Pastor

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Pastor
Lealdade Fé dos Sete
Pobres Companheiros (não confirmado)
Livro(s) O Mundo de Gelo e Fogo (mencionado)
A Princesa e a Rainha (mencionado)

O Pastor era um profeta enlouquecido que vivia em Porto Real durante a Dança dos Dragões.[1] Ele era um fanático religioso, seguidor da Fé dos Sete. Também era maneta e considerado um louco.[1]

História

Foi o medo dos dragões, e da sua presença, que deu nascimento ao Pastor. Seu real nome se perdeu ao longo da história. Alguns dizem que ele era um mendigo, outros dizem que pode ter sido um Pobre Companheiro que, apesar da organização ser banida, ainda estava presente pelo reino. Seja quem for, ele pregava nas praças de Porto Real, dizendo que os dragões eram demônios, nascidos na profana Valíria, e eram a perdição dos homens. A multidão que o ouvia passou de algumas centenas para milhares. O medo se tornou raiva e a raiva começou a se tonar sede de sangue. Então quando ele anunciou que a cidade só seria salva se ela fosse livre dos dragões, o povo o ouviu.[2]

A Dança dos Dragões

Durante as revoltas em Porto Real, resultado da sangrenta guerra civil Targaryen conhecida como Dança dos Dragões, o Pastor começou a pregar pelo extermínio dos dragões, não apenas daqueles que vinham atacar a cidade, mas de todos pelo mundo. A multidão, enfurecida e enlouquecida, ouviu sua exortação e então ele começou a berrar para eles "Matem-nos! Matem-nos!", e então boa parte da multidão partiu para o Fosso dos Dragões, onde um punhado desses animais estavam acorrentados.[1]

Após o sangrento assalto ao Fosso dos Dragões e a fuga de Rhaenyra, o Pastor e sua multidão começaram a governar uma parte de Porto Real. Outras facções de revoltosos também passaram a controlar seus próprios territórios na capital, particularmente Trystane Truefyre que dominava a Fortaleza Vermelha e a Colina de Aegon, e Gaemon Palehair na Colina de Visenya. Eventualmente, o rei Aegon II se recuperou e trouxe um novo exército das Terras da Tempestade, sob comando do lorde Borros Baratheon, e retomou a cidade e esmagou as revoltas. O que aconteceu com o Pastor ainda é um mistério. Quem ele realmente e o que exatamente queria ainda é um motivo de especulações, intrigas e teorias.[2]

Referências