Murmison
| Título(s) | Septão Mão do Rei |
|---|---|
| Lealdade | Fé dos Sete Casa Targaryen |
| Morte | 41 d.C.[1] Porto Real[1] |
Livros As Crônicas de Gelo e Fogo | |
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Livros Históricos | |
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Murmison foi um septão que se tornou um membro renomado da Fé, tornando-se Mão do Rei de 39 d.C. a 41 d.C. para o Rei Aenys I Targaryen.[2] Ele agora é usado como exemplo de como uma boa Mão deve ser.[3]
Índice
Personalidade
Septão Murmison era um clérigo renomado por sua piedade.[1] Um suposto fazedor de milagres,[2] dizia-se que Murmison era capaz de curar os doentes através da oração e impondo as mãos sobre os enfermos.[1]
História
Em 39 d.C., a Fé ficou furiosa quando o irmão do Rei Aenys I Targaryen, o Príncipe Maegor, casou-se com Lady Alys Harroway. Maegor argumentou que sua primeira esposa, Lady Ceryse Hightower, era estéril, mas o Alto Septão denunciou o casamento como "pecado e fornicação", e lordes piedosos por todo o reino começaram a se voltar contra a coroa.[1] Aenys tentou apaziguar a Fé destituindo Maegor do cargo de Mão do Rei e enviando-o para o exílio em Pentos, nomeando o piedoso clérigo Murmison em seu lugar.[2] Aenys ordenou que Murmison impusesse as mãos sobre a barriga de Lady Ceryse todas as noites, na esperança de que o Príncipe Maegor se arrependesse caso sua legítima esposa se tornasse fértil. Contudo, Murmison apenas conseguiu fazer com que Ceryse se cansasse do ritual noturno e ela partiu de Porto Real para Vilavelha.[1]
Contudo, nem mesmo a nomeação do renomado milagreiro Murmison conseguiu reparar a ruptura com a Fé. Murmison pouco pôde fazer para aplacar o descontentamento em todo o reino, e seus supostos milagres não tornaram Ceryse fértil. O Alto Septão continuou a se manifestar contra a coroa, enquanto lordes por todo o reino falavam da fraqueza e da incapacidade do rei de governar.[1]
Aenys enfureceu ainda mais a Fé em 41 d.C., quando casou sua filha, a princesa Rhaena, com seu filho e herdeiro, o príncipe Aegon, sendo denunciado como "Rei Abominação". Lordes piedosos e o povo comum que outrora amavam Aenys se voltaram contra ele. Por realizar a cerimônia de casamento incestuosa, Murmison foi expulso da Fé e o Alto Septão enviou decretos a septões por todo o reino condenando o casamento. Aenys tomou a iniciativa de escrever ao Alto Septão pedindo a restauração de Murmison ao seu status, explicando a história dos casamentos entre irmãos na Velha Valíria, mas a resposta do Alto Septão foi declarar o rei um pretendente e um tirano.[1]
Os Fiéis responderam às denúncias do Alto Septão; menos de quinze dias depois, enquanto o Septão Murmison atravessava Porto Real em sua liteira, um grupo de Pobres Companheiros surgiu de um beco e o despedaçou com seus machados.[1] A revolta da Fé Militante havia começado e Aenys foi forçado a fugir para Pedra do Dragão, com o cargo de Mão do Rei permanecendo vago pelo resto do reinado.[1][2]
Eventos Recentes
A Tormenta de Espadas
Lorde Davos Seaworth, agora Mão do Rei para Stannis Baratheon, está preocupado por ter se afastado muito de sua origem humilde. Quando Davos sugere que a Mão deve ser alguém sábio e erudito, Meistre Pylos o lembra que o milagreiro Murmison foi uma Mão malsucedida.[3]
Citações sobre Murmison
| “ | As preces do Septão Murmison faziam milagres, mas como Mão rapidamente conseguiu pôr o reino em peso a rezar por sua morte.[3] | ” |
—— Pylos para Davos Seaworth
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Referências