Invasão Roinar

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Nymeria chegando com seu exército em Dorne. Arte por Roman Papsuev ©

Há cerca de setecentos anos antes do Desembarque de Aegon, a expansão da Cidade Franca de Valíria para as regiões ocidentais de Essos ameaçou as grandes cidades-estado em torno do Roine, um enorme rio do oriente. A governante de uma delas, a rainha guerreira Nymeria, conseguiu unir os Roinares, e eles começaram uma evacuação para Westeros, supostamente fugindo em dez mil navios através do Mar Estreito. Os temores dos Roinares se tornaram verdadeiros quando os Valirianos destruíram a cidade de Ar Noy, que tentara resisti-los.

O exército de Nymeria desembarcou na costa leste de Dorne. Nymeria juntou-se a Mors Martell, o lorde dornês mais poderoso entre as dezenas, se não centenas, de lordes controlando os Estados em Dorne. Com o numero exército de Nymeria ao seu comando, Mors foi capaz de unir a península de Dorne inteira sob seu governo. No estilo Roinar, ele tomou o título "Príncipe" para si, e introduziu a primogenitura igualitária em Westeros. A fortaleza de Lançassolar tornou-se a capital de Dorne, e a Casa Martell tem governado a região desde então.

História

O príncpe Garin de Chroyane liderou os roinares e conquistou algumas vitórias no começo da Segunda Guerra das Especiarias. Contudo, ele e seu exército de 250 000 mil homens foram massacrados pelas forças do Império Valiriano, que contava com mais de 300 dragões. Após esta derrota, a rainha guerreira Nymeria, Princesa de Ny Sar, reuniu os sobreviventes roinares, a maioria mulheres,[1] crianças e velhos,[2] e começou uma evacuação do Roine, supostamente embarcando em dez mil navios,[3] embora o escrivão Beldecar afirmar que este número foi inflado.[2]

Nymeria liderou os roinares primeiro para as Ilhas Basilisco, onde eles foram atacados por corsários e piratas. Ela recusou a oferta dos corsários de se assentar na Ilha dos Sapos e os roinares prosseguiram até Sothoryos, onde eles lutaram para sobreviver em Ponta Basilisco, Zamettar e Yeen.

Após um ano mal sucedido em Sothoryos, os roinares partiram novamente, desta vez navegando por três anos. Eles foram bem recebidos em Naath, mas tiveram de fugir quando foram afligidos por uma mortal doença na ilha. Nymeria liderou seu povo então para Abulu (que viria a ser conhecida como "Ilha das Mulheres"), nas Ilhas de Verão, mas eles não conseguiam produzir a quantidade de comida adequada para alimentar todos. Alguns roinares então seguiram a sacerdotisa Druselka de volta para Essos e ao Roine, mas a maioria acabou morrendo ou sendo escravizados pelos Valirianos.[2]

Após anos de uma viagem conturbada com tempestades, doenças e escravidão,[4] Nymeria liderou os sobreviventes roinares para Dorne, no sul de Westeros. Alguns roinares desembarcaram em Passopedra ou se renderam como escravos em Lys e Tyrosh, mas a maioria dos navios desembarcou em Sangueverde, no leste de Dorne.[2] Nymeria fez causa comum com o lorde Mors Martell de Lançassolar, cuja as terras eram pequenas se comparado com outros reis dorneses. Nymeria então tomou Mors como marido e queimou sua frota para afirmar sua determinação de que os roinares encontraram um lar e não teria mais volta para Essos.[4]

Com apoio de Nymeria e os roinares, os Martells foram capazes de unificar toda a península de Dorne (na chamada Guerra de Nymeria).[5]

Referências



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