Ações

Livro Branco

O livro representado pela © Fantasy Flight Games.

O Livro Branco, conhecido anteriormente como O Livro dos Irmãos, é o tomo em que encontram-se todos os feitos de todos os irmãos juramentados da Guarda Real, durante seus trezentos anos de história.

Descrição

Ele possui dois pés de altura, um pé e meio de largura e mil páginas de espessura. Fica mantido seguro dentro da Torre da Espada Branca, na Fortaleza Vermelha. O livro está na sala comum no primeiro andar da torre na sala onde os sete se encontram. É da responsabilidade do atual Senhor Comandante da Guarda Real atualizar as entradas no livro.[1]

Cada membro tem uma página para registrar suas façanhas e histórias. Cada cavaleiro que se tornou um membro da Guarda Real desde o reinado do Rei Aegon I Targaryen tem uma página dentro do livro detalhando suas ações. No canto superior esquerdo da página, seus símbolos pessoais são desenhados, enquanto no canto inferior direito estão os símbolos da Guarda Real. Os desenhos são feitos pelos septões do Grande Septo de Baelor e são enviados três vezes por ano.[1]

A traição de Sor Terrence Toyne e os enganos de Sor Lucamore o Ardente estão registrados no Livro Branco, mas não há indício de mulheres na página do Príncipe Lewyn Martell.[2]

Eventos Recentes

A Tormenta de Espadas

Sor Jaime Lannister, o Senhor Comandante da Guarda Real, observa que Sor Barristan Selmy teve tempo para atualizar o Livro Branco antes de fugir de Porto Real.[1]

Jaime, de uma mão, atualiza desajeitadamente sua própria página.[3]

O Festim dos Corvos

Sor Loras Tyrell encontra Jaime lendo o Livro Branco enquanto bebe um vinho tinto dornês.[4]

Citações

Irei cortar o livro sangrento em pedaços antes de enche-los de mentiras. No entanto, se ele não mentisse, o que ele poderia escrever além da verdade?[5]
— pensamentos de Jaime Lannister
Barristan Selmy não era um homem dado à leitura, mas várias vezes folheara as páginas do Livro Branco, onde os feitos de seus predecessores haviam sido gravados. Alguns foram heróis, outros fracos, patifes ou covardes. A maioria era apenas homens; mais rápidos e mais fortes que os demais, mais habilidosos com a espada e o escudo, mas ainda presas do orgulho, da ambição, da luxúria, do amor, da raiva, do ciúme, ávidos por ouro, famintos por poder, e todas as outras falhas que afligiam meros mortais. Os melhores deles superaram seus erros, cumpriram seu dever e morreram com as espadas nas mãos. Os piores...

Os piores foram aqueles que jogaram o jogo dos tronos.[6]

— pensamentos de Barristan Selmy


Notas

Referências