Sete Reinos
Os Sete Reinos referem-se a um país localizado no continente de Westeros, governado por um monarca intitulado Rei dos Ândalos, dos Roinares e dos Primeiros Homens e Senhor dos Sete Reinos. O rei governa do Trono de Ferro, localizado na Fortaleza Vermelha, na capital, Porto Real.
O nome do reino deriva da situação ocorrida três séculos atrás, quando Aegon, o Conquistador, decidiu unificar as terras de Westeros, que então era governada por sete reinos independentes, além das terras além da Muralha. O novo reino criado pela Conquista de Aegon agora está dividido em nove regiões, algo análogo a uma província.[1]
Índice
Origem
Ao longo de milhares de anos de história, o continente de Westeros foi frequentemente dividido entre uma infinidade de monarcas e reinos, incluindo a chamada "Era dos Cem Reinos". Com o passar dos milênios, os reinos e senhorios foram se consolidando até virarem sete reinos independentes.[2] Então, Aegon Targaryen usou seus dragões para conquistar os Sete Reinos independentes que existiam no continente e forjou um enorme e forte império.
Os Reinos eram:
Embora o termo se refira a sete reinos, Dorne era governado por um Príncipe e não por um rei. Além disso, o termo omitia o "reino" insular de Pedra do Dragão, que era governado pelos soberanos Senhores de Pedra do Dragão da Casa Targaryen[2] e as terras além da Muralha.
Aegon I Targaryen e suas irmãs, Visenya e Rhaenys Targaryen, conquistaram apenas seis dos sete reinos, consolidando-os sob o domínio da Casa Targaryen e do Trono de Ferro. Entre os títulos que Aegon recebeu ao ser coroado Rei dos Ândalos, dos Roinares e dos Primeiros Homens no Septo Estrelado em Vilavelha, estava o de "Senhor dos Sete Reinos".
Aegon e seus sucessores reivindicaram Dorne, o sétimo reino, embora, na verdade, o Trono de Ferro só incorporasse Dorne aos seus domínios quase dois séculos depois, quando a terra mais ao sul se uniu pacificamente por meio de um casamento.[3] No entanto, uma manobra política astuta serviu a um duplo propósito para os Targaryen antes de Dorne se juntar ao reino. Ao conceder as Terras Fluviais a Edmyn Tully e separá-las das Ilhas de Ferro, Aegon não só ganhou um aliado valioso, como também criou o que poderia ser chamado de sétimo reino, mesmo com Dorne resistindo à integração ao novo reino de Aegon. Embora fosse apenas uma tecnicalidade, era importante para um reino que valorizava muito o número sete, que tinha importância religiosa.[4]
Grandes Casas
Devido à vasta extensão do novo reino, em cada região Aegon I Targaryen estabeleceu Grandes Casas que lhe juraram fidelidade, em sua maioria as antigas dinastias governantes. Os senhores receberam um certo grau de autonomia e autoridade sobre seus vassalos e plebeus.[3] Os Protetores são generais que defendem suas regiões, mas não possuem real autoridade política.[5]
Aegon estabeleceu a capital de seu novo reino no local de seu desembarque, na foz do Rio Água Negra, por isso o local ficou conhecido como Porto Real. A área ao redor de Porto Real, que também havia sido palco de batalhas entre vários reinos, constituía o domínio real e ficou conhecida como Terras da Coroa. Dentro das Terras da Coroa, Pedra do Dragão foi concedida sucessivamente ao herdeiro aparente do trono, o Príncipe de Pedra do Dragão.
As Grandes Casas que sobreviveram a Conquista
A Casa Stark de Winterfell optou por se submeter e foi confirmada como suserana do Norte e Protetores do Norte.
A Casa Arryn do Ninho da Águia se submeteu e manteve o Vale como Protetores do Leste.
A Casa Lannister de Rochedo Casterly teve permissão para manter suas possessões nas Terras Ocidentais após se ajoelhar, na sequência da derrota na Batalha do Campo de Fogo. Os Lannisters tornaram-se Protetores do Oeste.
A Casa Nymeros Martell de Lançassolar manteve sua independência em Dorne por um tempo. Quando os Martell finalmente se uniram aos Sete Reinos, foi-lhes permitido manter o título de Príncipe de Dorne.
Grandes Casas estabelecidas pela Conquista
A Casa Targaryen de Pedra do Dragão obteve domínio sobre a maior parte de Westeros e se estabeleceu em Porto Real, nas recém-criadas Terras da Coroa.[6][3][7]
A Casa Tully de Correrrio recebeu o governo das Terras Fluviais como Senhores Supremos do Tridente, por apoiar Aegon contra a Casa Hoare.[8]
A Casa Greyjoy de Pyke foi nomeada Senhores das Ilhas de Ferro após a invasão de Aegon às Ilhas de Ferro.[9]
A Casa Tyrell recebeu Jardim de Cima e o governo da Campina como Senhores Supremos do Vago e Protetores do Sul após a extinção da Casa Gardener.[8]
A Casa Baratheon uniu-se aos Durrandon de Ponta Tempestade e recebeu as Terras da Tempestade como Senhor Supremo das Terras da Tempestade, após a derrota do Rei da Tempestade, Argilac, o Arrogante.[8]
Governo
Pela maior parte de sua história, os reinos de Westeros foram independentes. O número de reinos e suas fronteiras mudaram diversas vezes ao longo dos milênios. Após uma triunfante conquista de todas as terras do continente ao sul da Muralha - com exceção de Dorne - e sua consolidação sob o controle de um único trono, o Conquistador estabeleceu a capital de seu novo império no lugar em que desembarcou pela primeira vez, e por isso denominada Porto Real. No Trono de Ferro, o rei governa o país e dispensa sua justiça. Uma das primeiras coisas que Aegon I fez foi estabelecer a Paz do Rei, que tornou ilegal qualquer lorde ou nobre de fazer guerra um com o outro sem o consentimento do monarca.[7]
Burocracia real
O pequeno conselho é um grupo de conselheiros que ajudam o rei no Trono de Ferro a governar o dia a dia do reino. Começou durante a era do Rei Aegon I Targaryen e tornou-se uma instituição mais formal no reinado do Rei Jaehaerys I Targaryen.[7]
Mão do Rei
O Mão do Rei é o principal conselheiro e servo do rei, e executor dos seus comandos. É considerado o segundo homem mais poderoso dos reinos.[10]
Grande Meistre
O Grande Meistre é escolhido pela Cidadela para aconselhar o monarca em assuntos relacionados a governança do país e assuntos não políticos.[7]
Tesouraria
O mestre da moeda ou tesoureiro integra o pequeno conselho e supervisiona o tesouro do reino. Ele tem autoridade sobre:[11]
Justiça
O mestre das leis integra o pequeno conselho e supervisiona a lei e a justiça do reino. Ele tem autoridade sobre:
- A justiça do Rei, o executor real.
- O Lorde Confessor, chefe dos torturadores reais.
- Os confessores, torturadores reais.
- O Lorde Confessor, chefe dos torturadores reais.
- O Carcereiro Chefe, supervisor da masmorra real.
- O Subcarcereiro-Chefe
- Subcarcereiro
- Carcereiros
- Subcarcereiro
- O Subcarcereiro-Chefe
- O Senhor Comandante da Patrulha da Cidade
- Capitães dos sete portões de Porto Real
- Sargentos da Patrulha da Cidade
Marinha
O mestre dos navios ou lorde almirante integra o pequeno conselho e supervisiona a frota real do reino. Ele tem autoridade sobre:
- Capitães da frota real
Inteligência
O mestre dos sussurros, o mestre dos espiões do pequeno conselho, coleta informações para o rei.[14]
Senhor Comandante da Guarda Real
O Lorde Comandante senta-se no pequeno conselho e lidera a Guarda Real, sete prestigiosos cavaleiros que guardam o rei.[15]
Outros cargos
- Mestre do Porto[11][13]
- Arrendatário de impostos[11]
- Sargento da alfândega[11]
- Agente de lã[11]
- Cobrador de pedágio[11]
- Comissário de bordo[11]
- Agente de vinhos[11]
- Chefe de Comissários[13]
- Subcomissário[13]
Regiões e Territórios
Apesar do nome, os Sete Reinos são um reino dividido em nove regiões administrativas[16] ou províncias:[1]
- as Terras da Coroa
- Dorne
- as Ilhas de Ferro
- o Norte
- a Campina
- as Terras Fluviais
- as Terras da Tempestade
- o Vale de Arryn
- as Terras Ocidentais
Se sete "reinos" fossem contados dentre as nove províncias, as regiões incluídas seriam Dorne, o Norte, a Campina, as Terras Fluviais, as Terras da Tempestade, o Vale e as Terras Ocidentais.[17][18]
O território do reino inclui todas as terras do continente de Westeros, exceto as mais ao norte, onde a Muralha define sua fronteira norte. O Trono de Ferro também controla as muitas ilhas ao largo da costa de Westeros, como a Árvore, a Ilha dos Ursos, a Ilha da Garra, Pedra do Dragão, Derivamarca, Estermont, as Ilhas Escudo, Skagos, Tarth e as Três Irmãs. O reino ocasionalmente se viu envolvido em conflitos pelas Ilhas de Passopedra, ao largo de sua costa sudeste, mas raramente controlou uma porção significativa delas.
A Patrulha da Noite guarda a Muralha no Norte.[19] As terras além da Muralha, contudo, não reconhecem a autoridade do Trono de Ferro. O povo livre que vive no extremo norte considera os habitantes dos Sete Reinos como submissos, enquanto os habitantes de Westeros consideram o povo livre como selvagens incivilizados.[20]
População
A população dos Sete Reinos chega aos milhões.[3] O monarca no Trono de Ferro utiliza o título de Rei dos Ândalos, dos Roinares e dos Primeiros Homens, referindo-se aos principais grupos étnicos dos quais a maioria dos habitantes de Westeros descende. Estimativa feita por fãs de As Crônicas de Gelo e Fogo colocam a população total dos Sete Reinos como sendo entre 30 e 40 milhões de pessoas.[21]
A Campina é a região mais populosa dos Sete Reinos,[22] enquanto Dorne é a menos populosa.[23] O Norte, devido ao seu grande tamanho, também é considerada esparsamente povoada.[22] A população dos Sete Reinos é essencialmente rural, vivendo de agricultura de subsistência, com a rara exceção das vilas portuárias, por causa de sua importâncias econômica. Os senhores feudais (lordes e cavaleiros, em alguns casos) são os donos das terras. Cabe a eles organizar a coleta da colheita, proteger seus camponeses e responder ao chamado de seus suseranos quando requisitado.
O reino está repleto de castelos, fortalezas, vilas e aldeias, mas apenas cinco assentamentos podem ser chamados de cidades. Listados em ordem decrescente de tamanho, são eles:
- Porto Real, a capital dos Sete Reinos, com uma população de meio-milhão de pessoas, localizado nas Terras da Coroa.
- Vilavelha, localizada na Campina. A mais antiga cidade do continente, lar da Torralta, da Cidadela e dos meistres.
- Lannisporto, localizado nas Terras Ocidentais.
- Vila Gaivota, localizada no Vale.
- Porto Branco, localizado no Norte.
Porto Real é a mais jovem das cinco cidades. Começou em 2 a.C. como uma pequena vila, mas em dois anos cresceu e se tornou uma aldeia com alguns milhares de habitantes. Em 10 d.C., havia crescido quase tanto quanto Vila Gaivota e Porto Branco, podendo ser considerada uma cidade. Em 25 d.C., ultrapassou ambas as cidades.[7] Em 33 d.C., a população de Porto Real havia crescido para cem mil habitantes.[24] Durante o reinado de Jaehaerys I Targaryen (48–103 d.C.), a população de Porto Real quadruplicou.[25] Eventualmente, embora de tamanho semelhante, Porto Real tornou-se ainda mais populosa que Vilavelha[26] e com sua população de aproximadamente meio milhão[27] é agora considerada a cidade mais populosa dos Sete Reinos.[26]
Vilavelha é a mais antiga das cidades. Suas origens se perdem nas brumas do tempo da Era da Aurora, remontando à época em que os Primeiros Homens se estabeleceram em Westeros, senão antes. Na época da chegada dos Ândalos, Vilavelha já era considerada uma cidade.[28] Hoje, ainda é a maior e mais rica cidade dos Sete Reinos, embora Porto Real tenha mais habitantes.[26]
Lannisporto é a segunda cidade mais antiga, fundada pelos descendentes de Lann, o Esperto. Em poucas gerações, cresceu rapidamente de vila para cidade e, finalmente, para metrópole. Com a chegada dos Ândalos, Lannisporto havia se tornado a segunda maior cidade de Westeros.[28] Atualmente, é a terceira maior cidade dos Sete Reinos.[29]
Vila Gaivota e Porto Branco são as menores cidades do reino. Vila Gaivota era uma próspera cidade portuária que se tornou uma das principais cidades do reino sob o domínio da Casa Arryn.[30] Porto Branco é mais recente que Vilavelha, Lannisporto e Vila Gaivota, tendo sido construída depois que a Casa Manderly veio para o norte após seu exílio da Campina.[31] Porto Branco é a única cidade do norte e a menor cidade dos Sete Reinos.[2]
Cidades importantes no reino incluem Vila Acidentada, Valdocaso, Feirajusta, Casco, Fidalporto, Lagoa da Donzela, a Vila Tabueira, Salinas, Vilirmã, Septo de Pedra, a Cidade dos Prantos e a Vila de Inverno.
Cultura
Os povos dos Sete Reinos são uma mistura de vários grupos étnicos que migraram para Westeros ao longo dos séculos e se miscigenaram durante centenas e milhares de anos. Como tal, essas etnias originais são mais uma tendência difusa do que unidades políticas firmes. Hoje, são identificados principalmente por seu local de residência, onde cada reino mantém sua identidade única. Distinguir, por exemplo, se você é um dos Primeiros Homens ou um Ândalo, embora existam características físicas (ândalos normalmente tem cabelo claro e são mais altos), devido a miscigenação, é mais fácil apontar diferenças culturais e religiosas.[32]
A influência dos Ândalos é mais forte nos povos do sul, incluindo os homens das Terras da Coroa, das Terras Fluviais, das Terras da Tempestade, do Vale de Arryn, das Terras Ocidentais e da Campina. Os nortenhos, no entanto, ainda seguem muitos costumes dos Primeiros Homens. Diz-se que as tradições da cavalaria e dos cantores da corte se originaram na Campina.[22] Os dorneses são fortemente influenciados pela imigração em massa dos roinares, que, segundo a lenda, foram conduzidos a Westeros por Nymeria em seus dez mil navios.[33] Pequenos grupos, como os homens de ferro das Ilhas de Ferro (com seu Costume Antigo) e os clãs das montanhas do Vale nas Montanhas da Lua, mantêm culturas diferentes do resto do reino.
A língua mais falada no reino é a Língua Comum.[34] Ao contrário de seus pares em Essos, os nobres de Westeros se orgulham de sua heráldica.[35] Sabe-se que guerreiros exilados e aventureiros de Westeros serviram em companhias de mercenários em Essos, como a Companhia Dourada,[36] os Soprados pelo Vento,[37] os Segundos Filhos,[38] a Companhia da Rosa[39] e a Matilha de Lobos.[40]
Os habitantes dos Sete Reinos seguem diversas religiões diferentes.
- A Fé dos Sete é a maior e mais influente religião nos Sete Reinos. Foi trazida a Westeros pelos ândalos milhares de anos antes da Conquista. A Fé venera os Sete, uma única divindade com aspectos distintos: a Mãe, o Pai, o Guerreiro, o Ferreiro, a Donzela, a Velha e o Estranho.[41] A cavalaria é popular entre a classe guerreira.
- Os deuses antigos são adorados no Norte e Além da Muralha. Foi a fé dos Filhos da Floresta, que habitavam a terra há milhares de anos. Os seguidores veneram inúmeros deuses sem nome das florestas, que estão sempre observando através dos rostos esculpidos na casca das árvores coração, a maioria delas são antigos represeiros.[42][43]
- O Deus Afogado, a divindade originária das Ilhas de Ferro, é uma divindade severa que recompensa aqueles que saqueiam em seu nome.[44]
- R'hllor, o deus vermelho, é uma divindade popular em Essos mas que tem pouca adesão em Westeros, embora esteja ganhando certa popularidade. Os seguidores de R'hllor afirmam que sua divindade é o Senhor da Luz e que se oporão ao Grande Outro, o deus das trevas e do frio, em uma guerra que está por vir.[45]
Lei e Justiça
A sociedade feudal westerosi baseia-se no modelo dos antigos reinos sobre os quais a dinastia Targaryen foi construída, com cada região mantendo alguns direitos soberanos e governada por Grandes Casas, cujos senhores supremos respondem apenas ao rei. Muitos costumes tradicionais perduraram nessas regiões,[16] embora alguns reis, como Jaehaerys I Targaryen[25] e Aegon V Targaryen,[46] tenham tentado alterar as leis do reino para algo mais unificado. Na prática, cada lorde é responsável por dispensar justiça em suas terras, mas um lorde só pode ser julgado pelo rei. Também é proibido que senhores e nobres façam guerra entre si sem a autorização do Trono de Ferro, segundo a lei.[7]
Comércio e Moeda
A maioria das transações nos Sete Reinos envolve moeda. As moedas são cunhadas pelo mestre da moeda nomeado pelo rei no Trono de Ferro. Existem dragões dourados, veados prateados e estrelas de cobre. Os dragões dourados são os mais valiosos e têm um dragão estampado de um lado e o rosto de um rei do outro.[47] A maioria do povo comum jamais possuiria um dragão de ouro, usando principalmente estrelas de cobre para suas necessidades. O escambo também não é incomum entre os plebeus.
O reino negocia principalmente com as Cidades Livres do outro lado do mar estreito[48] e navios das Ilhas de Verão[49] e Ibben[50] que também visitam portos westerosis.
Referências
- ↑ 1,0 1,1 A Guerra dos Tronos, Capítulo 13, Tyrion.
- ↑ 2,0 2,1 2,2 O Mundo de Gelo e Fogo, Os Sete Reinos: O Norte.
- ↑ 3,0 3,1 3,2 3,3 O Mundo de Gelo e Fogo, O Reinado dos Dragões: A Conquista.
- ↑ A Ascensão do Dragão, "O reino de Aegon I".
- ↑ So Spake Martin: Social Structure, Moat Cailin, and More, 10 de junho de 2002
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, O Reinado dos Dragões.
- ↑ 7,0 7,1 7,2 7,3 7,4 7,5 Fogo & Sangue, Três cabeças tinha o dragão: O governo do rei Aegon I.
- ↑ 8,0 8,1 8,2 Fogo & Sangue, A Conquista de Aegon.
- ↑ Fogo & Sangue, Reinado do Dragão: As guerras do rei Aegon I.
- ↑ A Guerra dos Tronos, Capítulo 4, Eddard.
- ↑ 11,0 11,1 11,2 11,3 11,4 11,5 11,6 11,7 11,8 11,9 A Fúria dos Reis, Capítulo 17, Tyrion.
- ↑ O Festim dos Corvos, Capítulo 7, Cersei.
- ↑ 13,0 13,1 13,2 13,3 Fogo & Sangue, Um tempo de testes: Um reino refeito.
- ↑ A Guerra dos Tronos, Capítulo 58, Eddard.
- ↑ A Guerra dos Tronos, Apêndice.
- ↑ 16,0 16,1 O Mundo de Gelo e Fogo, Os Reis Targaryen: Aegon I.
- ↑ A Tormenta de Espadas, Capítulo 59, Sansa.
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, Os Sete Reinos: Dorne.
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, Os Sete Reinos: A Muralha e Além, A Patrulha da Noite.
- ↑ A Tormenta de Espadas, Capítulo 15, Jon.
- ↑ "The Population of the Seven Kingdoms". Página acessada em 8 de março de 2026.
- ↑ 22,0 22,1 22,2 O Mundo de Gelo e Fogo, Os Sete Reinos: A Campina.
- ↑ O Festim dos Corvos, Capítulo 40, A Princesa na Torre.
- ↑ Fogo & Sangue, Os filhos do dragão.
- ↑ 25,0 25,1 Fogo & Sangue, Jaehaerys e Alysanne: Triunfos e tragédias.
- ↑ 26,0 26,1 26,2 O Mundo de Gelo e Fogo, Os Sete Reinos: A Campina, Vilavelha.
- ↑ A Tormenta de Espadas, Capítulo 38, Tyrion.
- ↑ 28,0 28,1 O Mundo de Gelo e Fogo, Os Sete Reinos: As Terras Ocidentais.
- ↑ Porto Real, Vilavelha e Lannisporto são as três maiores cidades do reino. (Fogo & Sangue, A morte dos dragões: Os pretos e os verdes). Porto Real é a cidade mais populosa e Vilavelha a segunda mais populosa (O Mundo de Gelo & Fogo, A Campina: Vilavelha)
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, Os Sete Reinos: O Vale.
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, Os Sete Reinos: O Norte, Os Reis do Inverno.
- ↑ So Spake Martin: Event Horizon Chat, 18 de março de 1999
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, História Antiga: Dez Mil Navios.
- ↑ A Guerra dos Tronos, Capítulo 11, Daenerys.
- ↑ A Dança dos Dragões, Capítulo 1, Tyrion.
- ↑ A Dança dos Dragões, Capítulo 24, O Senhor Perdido.
- ↑ A Dança dos Dragões, Capítulo 25, O Soprado pelo Vento.
- ↑ A Dança dos Dragões, Capítulo 66, Tyrion.
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, Além do Reino do Pôr do Sol: As Cidades Livres, As Filhas Briguentas: Myr, Lys e Tyrosh.
- ↑ Fogo & Sangue, Sob os regentes: A Mão encapuzada.
- ↑ O Festim dos Corvos, Capítulo 25, Brienne.
- ↑ A Guerra dos Tronos, Capítulo 2, Catelyn.
- ↑ A Guerra dos Tronos, Capítulo 66, Bran.
- ↑ A Fúria dos Reis, Capítulo 11, Theon.
- ↑ A Tormenta de Espadas, Capítulo 25, Davos.
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, Os Reis Targaryen: Aegon V.
- ↑ A Dança dos Dragões, Capítulo 45, A Garota Cega.
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, Além do Reino do Pôr do Sol: As Cidades Livres.
- ↑ O Mundo de Gelo e Fogo, Além do Reino do Pôr do Sol: Além das Cidades Livres, As Ilhas do Verão.
- ↑ A Guerra dos Tronos, Capítulo 18, Catelyn.