Jon Connington

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Connington.png
Jon Connington
Compania Dourada.png
Jon connington.png
‎Jon Connington, o velho Griff - por Filipe Ferreira ©
Pseudônimo(s) Griff[1]
A mão dos grifos dançantes[2]
O senhor dos grifos[3][4]
Jovem Lorde Connington[5]
O grifo[6]
Título(s) Sor
Senhor de Poleiro do Grifo[1][7]
Mão do Rei[1]
Mão do Verdadeiro Rei[8]
Lealdade Casa Connington
Casa Targaryen
Companhia Dourada
Cultura Homens da Tempestade
Nascimento 260 d.C. ou 261 d.C.[9] 
Poleiro do Grifo[10]
Mencionado
Mencionado
PDV
Mencionado

Jon Connington, também conhecido como Griff,[1] foi o Senhor do Poleiro do Grifo, chefe da Casa Connington e, por certo período, Mão do Rei Aerys II Targaryen, durante a Rebelião de Robert.[11] Jon foi um dos amigos do Príncipe Rhaegar Targaryen, e serviu na corte de Porto Real durante anos antes de se tornar Mão. Depois de falhar em derrotar Lorde Robert Baratheon durante a Batalha dos Sinos, ele foi enviado para o exílio em Essos, onde acredita-se que bebeu até morrer.[2]

Aparência e personalidade

Veja também: Imagens de Jon Connington
Jon Connington, por Тхе Мичо ©

Na juventude, o cabelo e a barba de Jon eram ruivos como fogo.[12] Agora, perto dos quarenta, Jon está barbeado, com o rosto marcado por rugas e pele curtida.[12][13] Ele tem pés de galinha nos cantos dos olhos azuis claros.[13][14] Quando disfarçado de mercenário "Griff", ele pinta o cabelo de azul, embora suas sobrancelhas ainda sejam vermelhas e suas raízes ruivas apareçam.[13][14] O cabelo de Jon ficou grisalho,[12] embora, quando deixa a barba crescer, ela ainda seja predominantemente ruiva, com alguns fios acinzentados aqui e ali.[11] Ao fingir ser Griff, Jon prefere usar uma capa de pele de lobo vermelha.[13][14][15][12]

Jon é um guerreiro e comandante capaz. Na juventude, ele foi descrito como orgulhoso, arrogante, enérgico, imprudente e sedento de glória.[16] No entanto, os anos que passou no exílio o tornaram mais cauteloso, perigoso e experiente.[16][14] Embora Poleiro do Grifo tenha jurado lealdade a Ponta Tempestade, o sisudo[14] Jon detestava servir a Lorde Robert Baratheon.[8] Jon é assombrado por seu fracasso na Batalha dos Sinos e o som dos sinos o perturba profundamente. Ele frequentemente sonha com sinos e com a batalha.[12]

George R. R. Martin confirmou que Jon Connington é gay.[17][18] Subentende-se que Jon era apaixonado pelo Príncipe Rhaegar Targaryen. Jon se refere a Rhaegar como "meu príncipe de prata" quando relembra sobre ele[12] e acredita que a esposa de Rhaegar, a Princesa Elia Martell, era indigna dele.[11] Jon também se lembra com muito carinho do falecido Sor Myles Toyne, recordando que suas feições não importavam "quando ele sorria para você".[12]

História

Início da vida

Jon Connington era o único filho de Armond Connington, o Senhor de Poleiro do Grifo, e de sua esposa.[19] Jon serviu como escudeiro em Porto Real, primeiro ao lado do Príncipe Rhaegar Targaryen,[19] e mais tarde para o príncipe herdeiro.[8] Jon era considerado um dos amigos mais queridos do Príncipe Rhaegar.[5] Alguns achavam que Jon era o mais obstinado dos jovens lordes que se reuniram ao redor de Rhaegar, buscando seu favor.[16]

Durante um período em que o pai de Jon ainda estava vivo, Rhaegar retornava de uma viagem a Dorne e visitou o Poleiro do Grifo por quinze dias. No banquete de boas-vindas, Rhaegar tocou uma canção em sua harpa que fez todas as mulheres no salão chorarem, mas, segundo a lembrança de Jon, nenhum dos homens. Rhaegar visitou a torre mais alta do castelo com Jon e elogiou a beleza das terras dos Connington.[11] Após a morte de Armond, Jon herdou o governo do Poleiro do Grifo. Quando Jon partiu para servir em Porto Real, nomeou seu primo, Sor Ronald Connington, como castelão.[11] Em 280 d.C., Jon esteve presente no casamento de Rhaegar com a Princesa Elia Martell de Dorne.[11] Em 281 d.C., Jon esteve presente no torneio de Harrenhal, onde dançou com Ashara Dayne.[3] Em um torneio em Ponta Tempestade, ele foi derrubado do cavalo em uma justa por Sor Barristan Selmy da Guarda Real.[20]

Rebelião de Robert

Durante a Rebelião de Robert, o Rei Aerys II Targaryen destituiu sua Mão do Rei, Lorde Owen Merryweather, por considerá-lo ineficaz e suspeitar de jogo sujo por parte de Owen em favor dos rebeldes.[21] Para rivalizar com Robert Baratheon, o Senhor de Ponta Tempestade e um dos líderes da rebelião, Aerys queria alguém jovem e vigoroso como seu próximo Mão, e assim nomeou Jon para o cargo.[16][22] Lorde Tywin Lannister, um antigo Mão de Aerys, considerava Jon jovem demais e impetuoso.[16]

Jon prometeu ao Rei Aerys II que entregaria a cabeça de Robert[16] e liderou um exército para o campo de batalha. Após a Batalha de Vaufreixo, Jon assumiu a perseguição a Robert, deixando para trás exército Tyrell e o rastreou até o Septo de Pedra, nas Terras Fluviais. Jon ofereceu recompensas e colocou reféns em gaiolas de corvos,[11] enquanto seus soldados iniciavam uma busca casa por casa por Robert. Eles não conseguiram localizá-lo antes que seus aliados rebeldes, os Lordes Eddard Stark e Hoster Tully, chegassem ao Septo de Pedra para expulsar Jon e suas forças. Lorde Connington lutou bravamente, matando o sobrinho e herdeiro de Lorde Jon Arryn, Sor Denys Arryn, e ferindo Lorde Tully.[23] Jon quase foi morto por Robert no septo da cidade[11] e recuou ao perceber que a Batalha dos Sinos estava perdida.[23]

O Rei Aerys responsabilizou Jon por sua derrota no Septo de Pedra. O rei exilou Jon, destituindo-o de seus títulos, terras e riquezas, e passando o governo do Poleiro do Grifo para Sor Ronald Connington.[19][11] Após o exílio de Jon, o Príncipe Rhaegar Targaryen foi morto por Robert Baratheon no Tridente, e o Rei Aerys foi morto no Saque de Porto Real. Jon sentiu que ambas as perdas foram culpa dele, já que a Batalha do Tridente nunca teria sido travada se ele tivesse matado Robert em Septo de Pedra.[12]

Exílio

Após a guerra, o novo rei, Robert I Baratheon, não estava disposto a trazer Jon de volta do exílio, já que ele havia sido um dos amigos mais próximos de Rhaegar.[24] Robert permitiu que Ronald Connington mantivesse seu castelo, mas retirou o senhorio da Casa Connington, transformando-a em uma casa cavaleiresca proprietários de terras. Robert também manteve a riqueza dos Connington no tesouro e confiscou nove décimos das terras dos Connington, distribuindo-as entre seus apoiadores mais leais.[19][11]

O exilado Jon juntou-se à Companhia Dourada[10][12] e ascendeu rapidamente na hierarquia, alcançando um lugar de honra ao lado de Sor Myles Toyne, o capitão-general da companhia. Jon acredita que, se seu exílio tivesse transcorrido de outra forma, ele poderia ter sido o sucessor de seu amigo Myles em vez de Harry Strickland.[12] Quando Jon refletiu sobre a Batalha dos Sinos em seu primeiro ano de exílio, ele defendeu suas ações, dizendo a Myles que nem mesmo Tywin Lannister poderia ter feito mais. Myles respondeu que Tywin não teria se dado ao trabalho de procurar por Robert; ele teria incendiado o Septo de Pedra, queimando tudo e todos na cidade para matar Robert, não se importando com baixas civis.[11]

Após Jon servir na Companhia Dourada por cinco anos, ele e Myles foram abordados por Illyrio Mopatis e Lorde Varys, que os informaram que o filho pequeno do Príncipe Rhaegar Targaryen, a criança Aegon, havia sobrevivido ao Saque de Porto Real durante a Rebelião de Robert.[10] Para remover Jon da Companhia Dourada, eles arquitetaram um plano em que Jon seria expulso da companhia em desgraça após supostamente ser pego roubando do cofre de guerra. Depois, espalhou-se a notícia de que Jon havia morrido de bebedeira em Lys. O restante da Companhia Dourada permaneceu alheio à verdade, para que não pudessem divulgar nada.[12]

Embora Jon tenha concordado com o plano de Varys pelo bem do Príncipe Aegon, ele acreditava ser uma afronta desonrosa e ressentia-se da mentira vergonhosa de sua morte. Varys, no entanto, insistia na necessidade de segredo e acreditava que a mentira ajudaria as pessoas a esquecerem a existência de Jon.[12] Os rumores da desgraça e morte de Jon eventualmente chegaram a Westeros e convenceram a todos de que ele estava morto.[25][26] Jon concentrou-se em criar e proteger o "Jovem Griff" sob o disfarce de seu pai, "Griff", por doze anos.[12]

Eventos recentes

A Fúria dos Reis

Tyrion Lannister conta a Petyr Baelish que Jon Connington foi uma das duas Mãos do Rei recentes que morreram sem terras e sem dinheiro no exílio.[25]

A Tormenta de Espadas

Barristan Selmy, disfarçado de escudeiro "Arstan", conta a Daenerys Targaryen que Jon Connington era um dos queridos amigos de seu irmão Rhaegar.[5]

A Guarda Real Jaime Lannister lembra que Jon foi uma das Mãos do Rei de Aerys II que serviram tão brevemente que ele se lembra melhor de seus brasões do que de seus rostos.[2][27]

Em Septo de Pedra, Harwin conta a Arya Stark sobre a Batalha dos Sinos.[23]

O Festim dos Corvos

Jaime Lannister encontra Sor Ronnet Connington em Harrenhal e conversa com ele sobre Jon.[19]

A Dança dos Dragões

Griff e Jovem Griff pintaram o cabelo de azul, supostamente em memória da mãe de Jovem Griff, uma mulher de Tyrosh. Eles viajam no Donzela Tímida junto com Haldon, Rolly Patodocampo, Lemore, Ysilla e Yandry.[13] Jon planeja se encontrar com Daenerys Targaryen, a Rainha de Meereen, esperando que ela viaje para Westeros com seu exército após a conquista das cidades da Baía dos Escravos. Sabendo que, qualquer que seja a rota escolhida, Daenerys precisa passar por Volantis, foi decidido que a companhia a esperará na Cidade Livre.[28] Illyrio Mopatis envia-lhes Tyrion Lannister, que fugiu de Westeros depois de matar seu pai Tywin e ser injustamente condenado pela morte do Rei Joffrey I Baratheon.[13][28] Enquanto Illyrio informa Jon sobre a identidade de Tyrion, o segredo é mantido longe do resto da companhia, que o conhece apenas como "Yollo" ou "Hugor Hill".[13]

Jovem Griff e Jon Connington abordo do Donzela Tímida, por Steamey ©.

Enquanto o Donzela Tímida navega pelo Roine, Jon proíbe Tyrion de beber vinho depois que este fica bêbado em uma de suas primeiras noites no navio e ordena que ele anote tudo o que ainda se lembra de suas extensas leituras sobre dragões.[14] Quando chegam na região conhecida como Sofrimentos, Jon ordena que o Jovem Griff se proteja no convés inferior, mas o garoto protesta. Tyrion revela que sabe da verdadeira identidade de Jon e afirma que ele deveria se considerar sortudo por Varys fazer parte da conspiração, já que o nome "Griff" jamais teria enganado o mestre espião.[1] Tyrion também revela que sabe da verdadeira identidade do Jovem Griff. Quando homens de pedra atacam a companhia em Chroyane, Jon resgata Tyrion depois que este é jogado na água.[1][15] Jon contrai escamagris na mão direita ao resgatar Tyrion, mas mantém segredo por medo de ser abandonado à própria sorte.[12]

A companhia logo chega a Selhorys, onde Jon envia Haldon com Tyrion para investigar rumores de que Daenerys ainda não deixou Meereen. Tyrion é sequestrado por Jorah Mormont,[15] mas Jon acredita que ele simplesmente escapou para beber e tramar alguma nova infâmia. Embora seja verdade que Daenerys ainda esteja em Meereen, Jon decide continuar a jornada até Volon Therys, onde a Companhia Dourada está acampada. Jon revela a identidade do jovem Príncipe Aegon à Companhia Dourada, mas os oficiais de mais alta patente já foram informados por Harry Strickland, seu capitão-general. Os oficiais ficam consternados com a permanência de Daenerys em Meereen e expressam suas opiniões sobre os planos em constante mudança de Illyrio. Aegon sugere que eles próprios vão para Westeros, onde começarão a sua rebelião, raciocinando que, assim que Daenerys souber do seu propósito, ela virá para o oeste e se juntará a eles. A proposta de Aegon é recebida com grande entusiasmo e Jon mais tarde reflete sobre a sua satisfação com o plano. À medida que a escamagris começa a espalhar-se pela sua mão, Jon espera viver o suficiente para sentar Aegon no Trono de Ferro.[12]

A jornada da Companhia Dourada para Westeros é difícil devido às tempestades de outono. Os navios estão dispersos e a frota de Volantis os deixa em vários locais diferentes, resultando no desembarque da Companhia Dourada com um contingente reduzido. Apesar disso, Jon lidera um grupo de homens na bem-sucedida tomada do Poleiro do Grifo, seu antigo castelo. Jon relembra a visita do Príncipe Rhaegar Targaryen ao Poleiro do Grifo, sua derrota na Batalha dos Sinos, seu exílio pelo Rei Aerys II Targaryen e a tomada de suas terras pelo Rei Robert I Baratheon. Jon fica feliz com a morte de seu primo Ronald, que havia assumido o governo de Poleiro do Grifo após seu exílio, pois isso significa que ele não terá que lutar contra ele. Ele também fica feliz que o filho de Ronald, Ronnet, o Ruivo, esteja ausente. Jon ordena que seus familiares restantes sejam presos. Quando tenta se aproximar de seus primos mais jovens, o medo e a raiva deles o fazem desistir rapidamente do plano, e eles são devolvidos aos seus aposentos vigiados. Jon pede a Haldon que prepare uma carta para Doran Martell, informando ao Príncipe de Dorne que o filho de sua irmã Elia, o Príncipe Aegon, ainda está vivo. Quando Haldon discute recompensas a serem distribuídas aos lordes para convencê-los a se juntarem à causa de Aegon, Jon se recusa a casá-lo, insistindo que ele deve estar livre para se casar com Daenerys assim que ela retornar a Westeros. Ele também se recusa a se apresentar como pretendente, por medo de que sua escamagris seja descoberta.[11]

Connington com sua mão afetada por escamagris. Imagem por Daniel Clarke © Fantasy Flight Games.

Quando o Príncipe Aegon chega ao Poleiro do Grifo quatro dias depois, Jon se lembra de como discordara da decisão do rapaz de nomear Rolly para a Guarda Real, pois Jon esperava preencher as Espadas Brancas com filhos mais novos de lordes importantes para vinculá-los à sua causa. Jon informa ao príncipe que eles planejam tomar Ponta Tempestade em dez dias, tendo anteriormente recusado a sugestão de fazer uma aliança com Stannis Baratheon. Aegon concorda com o plano de Jon, mas exige que ele próprio lidere o ataque.[11]

Jon deseja fazer o Trono de Ferro acreditar que a força invasora é simplesmente um lorde exilado tentando retomar seu antigo trono e planeja escrever ao Rei Tommen I Baratheon pedindo perdão para sustentar a farsa.[11] Notícias sobre Jon e Aegon chegam a Porto Real pouco tempo depois. Ronnet, o Vermelho, diz ao pequeno conselho de Tommen que está determinado a retomar seu castelo, mas a coroa têm dúvidas sobre sua lealdade. Sor Kevan Lannister, regente de Tommen, percebe que Jon pode ser uma ameaça perigosa.[16]

Os Ventos de Inverno

Sor Addam Whitehead está entre um grupo de homens da Cidade dos Prantos que procuram Jon no Poleiro do Grifo.[6] A carta de Jon chega a Doran Martell, que envia sua filha, a princesa Arianne, para procurar Aegon e Jon, que se autodenomina a "Mão do Verdadeiro Rei".[8] Arianne fica sabendo que Jon partiu do Poleiro do Grifo e que proibiu os mercenários da Companhia Dourada de cometerem estupros durante a invasão. Lady Mary Mertyns, no entanto, demonstra ceticismo quanto à conduta deles. Assim que Arianne chega ao Poleiro do Grifo, Haldon a informa que Jon e Aegon tomaram Ponta Tempestade, onde Arianne é aguardada.[6]

Citações


Subi alto demais, amei demasiado, tive demasiado atrevimento. Tentei agarrar uma estrela, não a alcancei e caí.
—— Jon Connington, sobre ele mesmo mais jovem





Os sinos repicaram por todos nós naquele dia. Por Aerys e pela sua rainha, por Elia de Dorne e a sua filhinha, por todos os homens leais e mulheres honestas nos Sete Reinos. E pelo meu príncipe prateado.


Família

 
 
Armond
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Jon
 
Ronald
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ronnet
 
Raymund
 
Alynne
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ronald Storm
 
 
 
 

Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 A Dança dos Dragões, Capítulo 18, Tyrion.
  2. 2,0 2,1 2,2 A Tormenta de Espadas, Capítulo 11, Jaime.
  3. 3,0 3,1 A Tormenta de Espadas, Capítulo 24, Bran.
  4. "The Citadel: FAQ, entry 6.2.6- Who were the different people in Meera's story?" (2007)
  5. 5,0 5,1 5,2 A Tormenta de Espadas, Capítulo 8, Daenerys.
  6. 6,0 6,1 6,2 Os Ventos de Inverno, Arianne II
  7. A Dança dos Dragões, Apêndice.
  8. 8,0 8,1 8,2 8,3 Os Ventos de Inverno, Arianne I
  9. Veja o cálculo de Jon Connington.
  10. 10,0 10,1 10,2 George R. R. Martin's A World of Ice and Fire, Jon Connington.
  11. 11,00 11,01 11,02 11,03 11,04 11,05 11,06 11,07 11,08 11,09 11,10 11,11 11,12 11,13 A Dança dos Dragões, Capítulo 61, O Grifo Renascido.
  12. 12,00 12,01 12,02 12,03 12,04 12,05 12,06 12,07 12,08 12,09 12,10 12,11 12,12 12,13 12,14 A Dança dos Dragões, Capítulo 24, O Senhor Perdido.
  13. 13,0 13,1 13,2 13,3 13,4 13,5 13,6 A Dança dos Dragões, Capítulo 8, Tyrion.
  14. 14,0 14,1 14,2 14,3 14,4 14,5 A Dança dos Dragões, Capítulo 14, Tyrion.
  15. 15,0 15,1 15,2 A Dança dos Dragões, Capítulo 22, Tyrion.
  16. 16,0 16,1 16,2 16,3 16,4 16,5 16,6 A Dança dos Dragões, Epílogo.
  17. So Spake Martin: Union Square Signing (14 de julho de 2011).
  18. Union Square Signing transcript
  19. 19,0 19,1 19,2 19,3 19,4 O Festim dos Corvos, Capítulo 27, Jaime.
  20. A Tormenta de Espadas, Capítulo 67, Jaime.
  21. So Spake Martin: Young Lord Connington (26 de agosto de 2000).
  22. O Festim dos Corvos, Capítulo 14, Brienne.
  23. 23,0 23,1 23,2 A Tormenta de Espadas, Capítulo 29, Arya.
  24. So Spake Martin: Knights and Lords (2 de março de 2002).
  25. 25,0 25,1 A Fúria dos Reis, Capítulo 3, Tyrion.
  26. O Festim dos Corvos, Capítulo 24, Cersei.
  27. A Tormenta de Espadas, Capítulo 37, Jaime.
  28. 28,0 28,1 A Dança dos Dragões, Capítulo 5, Tyrion.