Ações

A Dança dos Dragões - Capítulo 61

O Grifo Renascido
Capítulo de A Dança dos Dragões
A Dança dos Dragões.jpg
PDVJon Connington
LocalPoleiro do Grifo, Terras da Tempestade, Westeros
Página679-688 PT-BR Leya (Outras versões)
Cena. (Série HBO)
Cronologia dos capítulos (Todos)
O Senhor Perdido
O Pretendente Rejeitado ← O Grifo Renascido → O Sacrifício

No Poleiro do Grifo, Jon Connington pensa no seu passado, trata o seu escamagris, e faz planos com Aegon para a invasão de Ponta Tempestade.

Resumo

Jon Connington e a Companhia Dourada desembarcaram no Cabo da Fúria, em Westeros, e conseguem conquistar o Poleiro do Grifo e outros pequenos castelos, pegando-os de surpresa. A tomada do Poleiro do Grifo foi muito fácil; a Companhia Dourada só perdeu quatro homens no ataque. Qualquer corvo que tentou deixar o castelo foi abatido, seguido pelo meistre do castelo que foi jogado de sua torre. Depois disso, o que restava das guarnições se rendia.

Despedindo-se dos oficiais da Companhia Dourada, alegando estar indo rezar no túmulo de seu pai no septo do castelo, Jon caminha pelas ameias e relembra do tempo que Rhaegar visitou sua casa e parecia impressionado com as terras de Connington. Em seguida, Jon reflete sobre o que aconteceu próximo de sua casa; após Aerys exilar Jon, furioso com a sua incapacidade em deter Robert, suas terras e título passaram para seu primo Ronald Connington - que tinha sido castelão de Jon, enquanto ele estava em Porto Real servindo o rei, mas após o fim da Rebelião de Robert, o rei Robert despojou Ronald de seu senhorio e deu a maior parte das terras da Casa Connington para casas que haviam lutado por ele. Jon, no entanto, está contente que ele não terá que lutar contra seu primo falecido, ou seu filho Ronnet Connington, que estava em combate nas Terras Fluviais, para recuperar o Poleiro do Grifo, não querendo comemorar seu retorno matando um dos seus parentes. Ele também não culpa seu primo por tirar proveito de sua queda, uma vez que Jon é de fato o responsável pela queda de Casa Connington, e apenas ele.

Em seguida, Jon volta para onde ele perdeu tudo: O Septo de Pedra. Ali ele liderou a busca por Robert após a Batalha de Vaufreixo. Jon encurralou o rebelde na cidade e começou a procurar por ele. Mas a busca não resultou em nada, já que os habitantes da cidade estavam protegendo Robert, escondendo-o e mantendo-o em constante fuga, de casa em casa. Todos os esforços de Connington para encontrar Robert, oferecendo subornos para obter informações, tomando reféns, ameaçando uns e perdoando outros - nada teve efeito, e o atraso de tempo na verdade ajudou Eddard Stark e Hoster Tully a trazerem um exército rebelde em socorro de Robert. Os rebeldes atacaram os homens de Connington. Robert e seus seguidores então lançaram um contra-ataque, e a batalha que se seguiu terminou com a vitória dos rebeldes. Durante anos, Jon refletiu se fez tudo o que podia, até que Myles Toyne lhe dissera certo dia que Tywin Lannister teria queimado a cidade inteira para matar Robert, e depois ofereceria o perdão para Starks e Tullys para convencê-los a desistir e ir para casa. Connington, no entanto, sabia que isso significaria matar todos na cidade, e ele não queria ser marcado como um assassino. Queria a glória de matar Robert com honra. Jon reflete que seu fracasso no Septo de Pedra levou à morte de Rhaegar no Tridente e promete não deixar Príncipe Aegon a própria sorte, como acabou fazendo com seu pai.

Jon então reúne seus companheiros, toma nota dos cativos, incluindo o irmão de Ronnet, irmã e filho bastardo. A maioria dos empregados do castelo juram lealdade a ele. Connington paga uma visita a Haldon, que está tentando organizar uma maneira de utilizar a Companhia Dourada. O exército está espalhado ao longo da costa, e chegaram por navios volantinos que os transportaram de Essos.

Jon precisa que Haldon envie uma mensagem para Doran Martell, para informá-lo que seu sobrinho Aegon está vivo, e ganhar a aliança de Dorne. Ele reflete que não poderia esperar lealdade dos homens daquela terra, enquanto Robert e Renly ainda mantivessem as Terras da Tempestade. Haldon também argumenta que eles precisam oferecer incentivos para convencer os senhores restantes a se juntar a eles, já que a maior parte do ouro e terras irão para os oficiais da Companhia Dourada. Haldon sugere oferecer a mão do Príncipe Aegon e Jon para alianças de casamento. Jon no entanto se recusa, em face da sua doença e sua insistência em que Aegon deva ser livre para casar Daenerys Targaryen quando ela retornar para casa.

Em seus aposentos, Jon trata sozinho de seu escamagris com vinho. Se sua condição se tornar conhecida, ele teme que quaisquer senhores ainda leais a Casa Connington o abandonem.

Quatro dias mais tarde, o Príncipe Aegon chega ao lado de Pato, o primeiro membro de sua Guarda Real. Jon recorda sua desaprovação pela escolha, e como discutiu com Aegon que deveriam deixar lugares em sua Guarda Real abertas para guerreiros de grande renome, ou filhos mais novos de senhores importantes para adicionar brilho à sua causa. Mas Aegon recusou, dizendo que tudo o que queria de sua Guarda Real era que eles sentissem vontade de morrer o defendendo, ressaltando que os critérios de Jon para a Guarda Real se encaixam perfeitamente com o Regicida.

Jon lhe informa que seus homens pretendem sair de Ponta Tempestade em dez dias - ele recusou a seguir as sugestões dos homens da Companhia Dourada de fazer uma aliança com Stannis Baratheon, que detém o castelo, argumentando que Stannis é irmão de Robert, um pretendente rival ao trono sem nada a oferecer.

Aegon concorda com este plano, e diz a ele que aprova que o cerco aconteça, mas como uma pequena mudança: ele pretende liderar o ataque.

Citações

Eu me levantei alto demais, amei demais, fui ousado demais. Tentei agarrar uma estrela, exagerei e caí.[1]
Jon Connington pensando em Rhaegar, e no passado.

Links externos

Sobre a página

Esta página utiliza conteúdo baseado em A Dance with Dragons - Chapter 61, um artigo de A Wiki Of Ice And Fire.

Referências

  1. A Dança dos Dragões, Capítulo 61, O Grifo Renascido.